A era da experiência do usuário

A tecnologia foi “inventada”, evoluiu e se afirmou tornando-se mais fácil e acessível. Passado esse boom, os desenvolvedores têm a frente um novo desafio: a sobrevivência e a conquista de mentes e corações na era da experiência do usuário.

Nunca foi tão fácil desenvolver um aplicativo. Mas ter sucesso efetivo em um mercado altamente competitivo e cheio de consumidores com sobrecarga cognitiva e escassez de atenção, é outra história. Hoje, transpusemos a mera questão de usabilidade para um conceito muito maior, o UX (User Experience).

Não basta ser bom, tem de funcionar. Não basta funcionar, tem de ser bonito, simples e prazeroso.

Ex-vice presidente da Apple, Don Norman, pai do chamado “design de experiências”, entende que grandes produtos criam grandes experiências. Para ele, um item tecnológico não deve ser apenas utilizável, mas também sedutor, agradável e inspirador.

YouTube, Airbnb, Flipboard, Quadrado, Pinterest, Etsy, Path, AboutMe, Slideshare são companhias de produtos com extremo êxito de mercado que foram co-fundadas por designers e que geraram ao longo de sua trajetória uma conexão emocional com seus usuários.

Samsung e Apple lutam ferozmente sobre patentes de design. Elas querem conquistar as emoções dos clientes com desenhos exclusivos. A Microsoft domina o mercado graças à facilidade e beleza de seu sistema operacional – o Windows 8. O Google emprega designers de UX em todo o mundo. E, claro, a Apple, uma das marcas mais valiosas do mundo, construiu sua reputação caprichando nos pequenos detalhes que marcam a experiência de uso de seus produtos. UX não é uma tendência, mas uma realidade e uma necessidade estratégica.

Um incidente que salientou a crescente importância do design UX foi a rejeição da venda do Blackberry Playbook da O2 UK, devido a problemas com a experiência do cliente final.

Não é fácil se manter neste jogo subliminar, principalmente em projetos pequenos. Pesquisas mostram que é alto o número de esquecimento relativo aos aplicativos, gerando o que se convencionou chamar da app-nésia. Segundo um levantamento do Google no Reino Unido, um em cada cinco apps instalado nas categorias compras, restaurantes, delivery e viagens é esquecido pelos usuários depois de certo tempo.

Para ajudar a elucidar as questões que movem essa ligação emocional entre o usuário e os apps, o Google desenvolveu o relatório “Os Princípios de UX para Aplicativos em Dispositivos Móveis”. É extremamente instrutivo para entender esse universo tão complexo e concorrido e que não deixa ninguém, nem desenvolvedores nem usuários, alheios.

Vale ressaltar que proporcionar uma experiência agradável ao usuário final, requer uma combinação entre diversos tipos de testes. Os testes funcionais avaliam se todos os recursos cumprem o prometido, em múltiplas plataformas e dispositivos. Os testes de usabilidade avaliam se a utilização é intuitiva e acessível ao público-alvo. Os testes de performance e carga verificam se a aplicação continuará ágil mesmo com algo volume de dados ou picos de acessos. Por fim, os testes de segurança são importantes para proteger a os dados dos usuários e a reputação da empresa desenvolvedora.

A Prime Control realiza todos os testes necessários para garantir uma boa experiência de uso dos seus aplicativos e sistemas.

Leia mais sobre UX: Os Princípios de UX para Aplicativos em Dispositivos Móveis

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