Os cinco marcos das organizações ágeis.

Um estudo feito pela McKinsey Agile Tribe revelou os cinco principais marcos de uma organização ágil.

A pesquisa apontou que os marcos incluem: o entrelaçamento de equipes dentro de uma cultura centrada nas pessoas, operações com ciclos de decisões ágeis, tecnologias que possibilitam ações rápidas e um propósito comum que co-cria resultados para todas as partes interessadas.

Apesar de cada marco possuir sua valia à parte, a pesquisa demonstra que a verdadeira agilidade se manifesta quando os cinco marcos estão presentes. Eles são a base para um sistema que possibilita uma cultura organizacional ágil aderente. Quando a mentalidade da organização e de seus colaboradores se transforma, a implementação dos marcos em praticamente todos os aspectos da empresa se torna possível.

1. Um objetivo comum incorporado para toda a organização

De: “Em um ambiente de escassez, crescemos quando capturamos resultados da concorrência, consumidores e fornecedores para nossos acionistas.

Para: “Reconhecemos a abundância de oportunidades e recursos disponíveis para nós, crescemos ao co-criar ações com e para todos nossos stakeholders.”

As organizações ágeis re-imaginam para criar valor. Elas são intensamente focadas no cliente, buscam atingir as diversas necessidades dos consumidores durante seu ciclo de vida. Além disso, essas organizações são comprometidas em criar benefícios para uma série de stakeholders. Para atingir continuamente as necessidades de todos eles, empresas ágeis planejam formas flexíveis de criar ações, frequentemente integrando parceiros externos diretamente no processo de criação.

2. Equipes conectadas entre si

De: “Pessoas precisam ser direcionadas e geridas, de outra forma não saberão o que fazer e irão apenas cuidar de si mesmas. Será um caos.”

Para: “Quando receberem autoridade e responsabilidade clara, as pessoas serão altamente engajadas, cuidarão uma das outras, criarão soluções engenhosas e produzirão resultados excepcionais.”

Para manter uma estrutura de alto nível estável, as organizações ágeis substituem a hierarquia tradicional por uma rede de equipes flexíveis e escaláveis. Essas redes são uma forma de organizar as equipes de modo que a liberdade individual fique a par da coordenação coletiva. Com o intuito de construir empresas ágeis, líderes precisam compreender as relações humanas, tanto no âmbito social quanto no profissional, assim é possível nutrí-las para extrair o melhor delas.

3. Decisões rápidas e ciclos de aprendizados

De: “Para alcançar o resultado certo, os indivíduos mais sênior e experientes precisam definir qual o caminho a se seguir, os planos de como atingir isso e como minimizar o risco pelo caminho”

Para: “Vivemos em um ambiente de constante transformação e não podemos saber com exatidão o que o futuro aguarda. A melhor forma de minimizar risco e ter sucesso é adotar a incerteza e ser rápido em tentar soluções novas.

Empresas ágeis trabalham em ciclos rápidos de pensamento e ação que andam em paralelo com o processo de criatividade e realização. Seja por meio de design thinking, lean operation, desenvolvimento ágil, ou outros métodos, essa integração e interação contínua de pensar, fazer e aprender constituem a habilidade de uma organização de inovar e operar de forma ágil.

4. Modelo de gestão dinâmica que incentiva

De: “Para realizar objetivos almejados, líderes precisam constantemente especificar tarefas para controlar e direcionar o trabalho dos empregados”

Para: “Líderes bons guiam seus colaboradores para assumirem responsabilidades, confiante de que eles levarão a empresa em direção aos resultados coletivos.”

Uma cultura organizacional ágil coloca as pessoas no centro, de forma a engajar e valorizar todos dentro da empresa. Organizações que alcançaram este patamar, realizaram investimento em lideranças que valorizam seus colaboradores e sustentam a cultura interna e um forte senso de comunidade. Assim a organização como um todo cria resultados rapidamente, de forma colaborativa e eficiente.

5. Tecnologia de ponta

De: “Tecnologia é um suporte que oferece serviços específicos, plataformas ou ferramentas para o resto da organização conforme definido pelas prioridades, recursos e orçamento.”

Para: “Tecnologia é a parte central e perfeitamente integrada de cada aspecto da organização como meio de permitir reações rápidas às necessidades dos negócios e das partes interessadas.”

Para muitas empresas, tal mudança radical do modelo organizacional requer repensar nas tecnologias auxiliares de seus produtos e processos, assim como as práticas tecnológicas essenciais para garantir velocidade e flexibilidade. Empresas ágeis precisam providenciar produtos e serviços que consigam acompanhar a mudança frequente de consumidores e concorrência.

Para ler a pesquisa completa, em inglês, clique no link.

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