Aceleração digital na Pandemia: Como manter o ritmo

Diante das mudanças de cenário ocasionadas pela pandemia de Covid-19, muitos negócios se viram obrigados a abraçar a transformação digital para continuar operando. Os principais exemplos disso são a adoção do home office e do delivery (especialmente no caso do varejo) em empresas que antes trabalhavam de maneira exclusivamente presencial.

Neste cenário, muitos gestores perceberam o valor que essa “aceleração digital” pode oferecer, e que vale a pena ser mantida mesmo quando a pandemia estiver sob controle. Contudo, para não perder os benefícios colhidos até o momento, é preciso ter organização e disciplina.

Pensando nisso, a equipe do instituto Gartner propõe um modelo de ação baseado em três fases: Pausar, Avaliar e Ensinar.

Pausar: a avaliação “intermortem”

Já é de praxe conduzir avaliações após a conclusão de um projeto (chamadas “postmortem”). No caso da aceleração digital, que deve ser um processo contínuo, recomenda-se fazer uma avaliação intermediária, sem esperar por sua eventual conclusão. Chamam de “intermortem”.

Cabe aos líderes de tecnologia documentarem as mudanças ocorridas até o momento, os resultados esperados, e definir qual será o destino de cada uma dessas mudanças de situação: manter, modificar, ou reverter para o estado anterior.

É especialmente importante considerar a sustentabilidade dessas mudanças (por exemplo, um aumento informal na carga horária por conta do home office não é sustentável, e portanto não deveria ser mantido) antes de decidir seu destino.

Além disso, recomenda-se envolver os stakeholders no processo, ao invés de mantê-lo restrito ao departamento de TI.

Avaliar: o que está ao alcance?

Uma vez que as mudanças foram percebidas e devidamente avaliadas, é necessário saber se os sistemas e as tecnologias em vigor no negócio dão suporte às decisões tomadas na Pausa.

Pode ser necessário mudar processos, práticas e tecnologias para levar adiante as modificações estipuladas na etapa anterior. Essas mudanças de estrutura devem ser planejadas, com delegação de responsabilidades, estipulação de metas, etc. Do contrário, há o risco de perder o embalo. Falaremos sobre isso no próximo tópico.

Para evitar sobrecarga, é melhor focar em no máximo três mudanças definidas na Pausa.

Ensinar: em ação

A terceira e última etapa do modelo proposto pelo Gartner é Ensinar. Em termos de definição, é também a mais simples: formular um plano, com base no que foi definido na Pausa e na Avaliação, de modo que ele possa ser executado; e implementá-lo.

O fato de ser fácil de descrever não significa que seja fácil de colocar em prática. Provocar mudanças no negócio exige responsabilidade, constância, disciplina e trabalho em equipe.

É importante que todos os stakeholders que serão afetados estejam cientes das mudanças, e que sejam feitas reuniões regulares para acompanhar o andamento dos projetos.

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